De modelo anatômico e face indescritível,
Encaixa no meu corpo, assim eu não resisto,
Pauta as atitudes com um breve olhar imbatível,
Pinta no ar com o seu sorriso o impossível,
Expiração, inspiração, excitação, eu só assisto,
É um filme, que passa como flashs na minha mente,
Fatos consentidos que enobrecem minha alma,
Relatam e descrevem cada abraço enlaçados de corrente,
Pura energia, a sintonia perfeita, é a química que acalma,
Reflete no olhar, o brilho doce e passageiro,
Que dura o tempo que for, ou que dure o tempo inteiro,
Durabilidade irrelevante, a vida não é pra sempre,
Quem liga se 1 dia ou 1 ano, viver o presente, sem traçar planos,
Olhar um pro outro, no embalo das risadas, vale mais do que 100 manos ou 100 minas,
É a sinceridade de uma emoção que envolve mais do que pura adrenalina,
É o carinho constante, por ter em quem confiar, sem esse lance de romance, não quero atrapalhar,
É a leveza da situação que faz o caminhar, sentir dentro do destino, destino que tenta explicar o simples trilhar,
objetivo, norte, foco, contemplação, vem e para, para. Para ver um pouco essa paisagem linda,
alinha os planetas, deixa o sol queimar, não é todos os dias, mas de vez em quando estar,
ao seu lado, seria divertido, um café, uns beijos, um abraço amigo...
Quem realmente liga para como aconteceu,
só sei que do dia pra noite, essa impulsividade me corrompeu.
Sou sensível, praticante do bem, amo o conhecimento e tudo o que contém, convém ressaltar,
que há muitos projetos pendentes em particular,
muita coisa em construção, muita coisa construída, tanta coisa já passei por toda a minha vida,
minha vida, minha vida é um livro aberto, que se parar pra contar nem vou lembrar de tudo ao certo,
até, ver uma situação parecida, enfim, de alegrias e tristezas todo mundo tem pra falar,
aventuras e situações engraçadas eu teria que lembrar,
gosto muito de me expressar através das palavras,
faço deste mundo meu terreno, carpino com enxada, cuido bem do solo,
sou muito cuidadoso com tudo que tenho no colo.
E seguro com firmeza o que tenho em mãos, não que eu não deixe escapar, mas não deixo cair.
Bem... Apesar disso tudo, não era ela.
Você será o mesmo ao terminar de ler, entretanto, terá a certeza que pode pensar de outras formas!
quarta-feira, 2 de abril de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
Egoísmo: O Silêncio que habita nossa alma
Quando estamos meio descuidados por demasiada rotina, tomados pela vaidade, estressados com tudo e com todos, cegos por alguma coisa que queremos ter de imediato, significa que isso tudo é superficial demais, significa que a raiz de nossos problemas muito provavelmente não é a própria raiz, mas na maioria das vezes, pode ser o solo.
O que eu quero dizer é o seguinte, você pode saber de mil coisas de que outra pessoa passa, você pode ser o maior empático do mundo em diversas situações, exceto, nas situações que o seu egoísmo impera sem que você perceba - qual a razão do egoísmo? Não sei, isso ficará para um próximo texto, tenho que pensar mais para entender de onde poderia vir o egoísmo.
Diversas vezes invadimos o terreno alheio e queremos tomar posse da terra, ou inúmeras vezes pulamos os muros de nosso vizinhos e queremos ter aquilo que é precioso para nós (metaforicamente falando), isso nos consome por não conseguir tal façanha, nos perguntamos: O que eu tenho de errado? O que eu estou fazendo de errado? E é justamente isso! O que faz de errado, você não vê como errado porque a natureza do ego está em ação e ela precisa ser imediatamente saciada!
... Isso nos faz pensar o quanto somos suscetíveis às situações ridículas, tornamo-nos o que não queríamos ser: Chatos, inconvenientes, persistentemente irritantes, mandões, autoritários, otários, sem educação, grosseiros, demasiadamente invasivos...
A resposta para como não ser assim é, viva a vida que vale a pena ser vivida (Diga-se de passagem, Cortella sou seu fã!). O texto pode até clarear suas ideias, auxiliar nas decisões e estimular a repensar se você não está sendo egoísta, o outro precisa de espaço e respeito, muitas vezes achamos que estamos respeitando e estamos cruzando a via em plena luz do dia com o farol vermelho (não que cruzar na madrugada seja correto, pura força de expressão)...
O ego nos prega peças e o egoísmo se torna um prática enganadora, uma prática difícil de perceber e se libertar. E acredite se quiser, um piche no muro, um substantivo que fez eu questionar e enxergar a incoerência de minhas ações (neste período) foi: PERMITA-SE. Além de ressaltar a importância das pessoas que nos rodeiam, a sociedade tem papel fundamental em várias observações - senão todas -, precisamos dessa convivência para aprendermos a ser melhores do que ontem. Hoje, sinto que sou um tanto bem maior do que já fui (não lembro onde vi isso, mas, achei legal! =D)
Permita-se ver, permita-se sentir, permita-se respirar, permita-se ser, permita-se respeitar, permita-se refletir, permita-se amar.
Numa outra ocasião, sempre me pego com ordens de consciência no sentido de ser mais:
Essa frase realmente é minha ordem de vida, eu estou cada dia mais tentando fazer mais do que simplesmente existir, é difícil, mas estou tentando.
sábado, 8 de março de 2014
Avassaladora Realidade
Artes, política, filosofia, religião,
Qualquer gênero do cinema,
Aventura, policial, fantasia, realíssima ficção,
Muita coisa me atrai, muita coisa me emociona,
É com coisa ou outra que o brilho do meu olho vem à tona.
Gosto de verdades, gosto de sagacidade,
Inteligência, sorrisos, interação, integração,
Olho no olho, corpo e alma, sempre inteiro, nada pela metade,
Nada de razoabilidade, nada que seja raso na verdade.
Partícipes infratores, têm minha permissão,
Desde que a loucura consentida, seja plena canção de um coração,
Que clama.
Exclamaria! Da lama ao caos, do caos a lama, e ficara orgulhosa,
Se da hora que a honra cobrasse honorários, esta, tornar-se-ia majestosa,
E a lei é dos palhaços que não resolvem os problemas mais simples,
Dos "boys" que cheiram pó e depois ficam com rinite,
Dos "nóias" que fumam a pedra de Crack sem cerimônia,
Dos "cabeças" cheia da fumaça verde, da nossa própria flora Brasil-Colônia.
Dos largados, marginais, que encostam e já não se sabe se têm salvação,
Do Governo, "coeso, pomposo e vertiginoso" e suas decisões, sobre a economia,
Sobre a parida escória dos gramados verdes dos campos de futebol,
Da morte de mais uma mulher que ocorre por dia em cada lençol.
De cada greve de cada operário, confronto entre estudantes, bandidos, policiais e vigários,
Partidos, sindicalistas, lobistas e revistas, em revista ninguém se encontra,
Ninguém enquadra peixe grande filho, "RÁRÁRÁ!!" porra nenhuma.
É colarinho branco que dá o bonde "memo", me pergunto onde porra estamos ou como chegaremos?
Esnobe, classe esnobe que atravessa a espelunca, terra do nada, terra do nunca,
Brasil, país, quem roda o mundo vê a sujeira, vê a sujeira enfrestada em cada nuca,
Na testa e atesta até na grade mestra do MEC, que menino formado, é menino que não repete,
No sistema embrionário da cascata que deságua ignorância. PORRA! CANSEI!
Cansei, de ver jogador de futebol sendo tratado como rei,
Cansei de ver classes essenciais sendo desvalorizadas,
Seja professor, gari, médico, sanfoneiro ou quem pega na enxada,
Cade a ordem e progresso do País que nunca está de cara lavada,
É nisso que reflito os meus gostos quando penso que tenho um gosto,
Logo, o que eu gosto ou gostaria, se torna desgosto, me sinto ensosso,
Sem sal, vazio, sem nada, sem ternura, sem alma, sem carro, sem casa,
Sem pais, sem irmãos, sem família, sem cachorro, sem amigos,
O mundo imundo desilude ou concretiza a realidade, irmão, ainda não vivi a metade,
Não vi nem a metade.
De toda essa ânsia, angústia e dominadora, me isolar nos meus gostos ou do que gosto,
Simplesmente passa batido perto da fronteira que nos encontramos nesse grande caldeirão.
Qualquer gênero do cinema,
Aventura, policial, fantasia, realíssima ficção,
Muita coisa me atrai, muita coisa me emociona,
É com coisa ou outra que o brilho do meu olho vem à tona.
Gosto de verdades, gosto de sagacidade,
Inteligência, sorrisos, interação, integração,
Olho no olho, corpo e alma, sempre inteiro, nada pela metade,
Nada de razoabilidade, nada que seja raso na verdade.
Partícipes infratores, têm minha permissão,
Desde que a loucura consentida, seja plena canção de um coração,
Que clama.
Exclamaria! Da lama ao caos, do caos a lama, e ficara orgulhosa,
Se da hora que a honra cobrasse honorários, esta, tornar-se-ia majestosa,
E a lei é dos palhaços que não resolvem os problemas mais simples,
Dos "boys" que cheiram pó e depois ficam com rinite,
Dos "nóias" que fumam a pedra de Crack sem cerimônia,
Dos "cabeças" cheia da fumaça verde, da nossa própria flora Brasil-Colônia.
Dos largados, marginais, que encostam e já não se sabe se têm salvação,
Do Governo, "coeso, pomposo e vertiginoso" e suas decisões, sobre a economia,
Sobre a parida escória dos gramados verdes dos campos de futebol,
Da morte de mais uma mulher que ocorre por dia em cada lençol.
De cada greve de cada operário, confronto entre estudantes, bandidos, policiais e vigários,
Partidos, sindicalistas, lobistas e revistas, em revista ninguém se encontra,
Ninguém enquadra peixe grande filho, "RÁRÁRÁ!!" porra nenhuma.
É colarinho branco que dá o bonde "memo", me pergunto onde porra estamos ou como chegaremos?
Esnobe, classe esnobe que atravessa a espelunca, terra do nada, terra do nunca,
Brasil, país, quem roda o mundo vê a sujeira, vê a sujeira enfrestada em cada nuca,
Na testa e atesta até na grade mestra do MEC, que menino formado, é menino que não repete,
No sistema embrionário da cascata que deságua ignorância. PORRA! CANSEI!
Cansei, de ver jogador de futebol sendo tratado como rei,
Cansei de ver classes essenciais sendo desvalorizadas,
Seja professor, gari, médico, sanfoneiro ou quem pega na enxada,
Cade a ordem e progresso do País que nunca está de cara lavada,
É nisso que reflito os meus gostos quando penso que tenho um gosto,
Logo, o que eu gosto ou gostaria, se torna desgosto, me sinto ensosso,
Sem sal, vazio, sem nada, sem ternura, sem alma, sem carro, sem casa,
Sem pais, sem irmãos, sem família, sem cachorro, sem amigos,
O mundo imundo desilude ou concretiza a realidade, irmão, ainda não vivi a metade,
Não vi nem a metade.
De toda essa ânsia, angústia e dominadora, me isolar nos meus gostos ou do que gosto,
Simplesmente passa batido perto da fronteira que nos encontramos nesse grande caldeirão.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
O Abismo
Agrediram a nossa visão com tanta pedra (prédios, muros e prisões), agora, assassinam nossa sociedade com a frieza tecnológica. Não! Não é para ser um texto extremista no qual descarto a necessidade essencial da tecnologia, mas, ressalvo a frieza que a mesma proporciona, ou, pode proporcionar.
Hoje observo esses mega celulares com tudo que temos direito (inclusive eu tenho um celular assim) - bem como, a máxima do ditado popular: só falta falar! - o que que tem na sopa do neném? (de tão interessante). Este mundo virtual que nos deixa vidrados em frente a algum tipo de rede social seria porque: Aguardamos uma notícia? (o que você espera ver?), esperamos ansiosamente alguém nos dar atenção mesmo que discretamente em formato de um polegar exposto num punho serrado (eu também estou aqui " D': " ), ficamos estressados por entrar em um programa de mensagens no qual mostra o acesso de outro usuário que esperamos tanto "aquela mensagem!"...
Poxa! Este é o abismo!
Para além da era mágica que é a tecnologia, para onde trilha nossos instintos sociais? Prevalecemos perecendo na anonimidade da internet ou na excêntrica fila de um ônibus que seja! Observe! Em uma fila de ônibus, todos estão vidrados nos reflexos visuais que a luz emana de uma pequena tela, parecem moscas que são atraída por luz!
O abismo que se instaurou é entre as pessoas e as emoções - entre o abismo existe a tecnologia, que "linka" a razão com a emoção virtual e superficial -, as pessoas se tornam cada vez mais frias para cada aplicativo instalado que retira uma parte da vida no tempo gasto com o meio virtual. A realidade ainda existe e ela clama vorazmente para que retornem ao mundo real.
ATENÇÃO! ATENÇÃO! PLANETA TERRA CHAMANDO!!
Como já vi um amigo meu falando: Não é possível que a vida esteja assim tão ruim.
Eu me vejo muitas vezes como uma pessoa muito crítica, rabugenta, constantemente mal-humorada (que vejo meu mau-humor como minha principal fonte de bom-humor), todos temos problemas, entretanto, não é a fuga que soluciona, mas sim, aprisiona-nos e bloqueia nossa evolução mental.
Pearl Jam lançou uma música em 1998, Do The Evolution, que retrata exatamente o que vivemos e vamos viver cada vez com mais frequencia...
Segue abaixo o Clipe que condiz com a realidade.
I
Pearl Jam lançou uma música em 1998, Do The Evolution, que retrata exatamente o que vivemos e vamos viver cada vez com mais frequencia...
Segue abaixo o Clipe que condiz com a realidade.
domingo, 22 de dezembro de 2013
Soneto: Quereres
Que os versos sejam vistos ímpares,
Que os créditos sejam cassinos de sorte,
Que os ventos que soprarem quereres,
Sejam os sórdidos fluidos de vida e morte.
Que as falhas sejam compensadas,
Que as desavenças sejam sempre superadas,
Que o marasmo seja sempre um recado,
De coisa ultrapassadas que precisam ser alterados.
Que a leitura seja sempre imparcial,
Que esta poesia seja exemplar substancial,
Para os teoremas de Pitágoras e toda sua filosófica matemática.
Que o soneto seja sonoro,
Que esta pureza não feda a cloro,
Que esta rasura, seja usura pura da cura emblemática.
...
A razão Fantástica.
Do ser, ser. E é o que tão pode, sem poder, sem ver.
Que os créditos sejam cassinos de sorte,
Que os ventos que soprarem quereres,
Sejam os sórdidos fluidos de vida e morte.
Que as falhas sejam compensadas,
Que as desavenças sejam sempre superadas,
Que o marasmo seja sempre um recado,
De coisa ultrapassadas que precisam ser alterados.
Que a leitura seja sempre imparcial,
Que esta poesia seja exemplar substancial,
Para os teoremas de Pitágoras e toda sua filosófica matemática.
Que o soneto seja sonoro,
Que esta pureza não feda a cloro,
Que esta rasura, seja usura pura da cura emblemática.
...
A razão Fantástica.
Do ser, ser. E é o que tão pode, sem poder, sem ver.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Ela
Ela é formosa, engraçada e cheirosa,
Me sorri com a alma e me finta com os olhos,
Ela é crítica, sensata e defende seus pontos de vista,
Ela é forte, inteligente e também muito querida,
Por mim e com certeza por outros.
Gosta de olhar pro céu, se embriagar de conversa,
Ler, estudar, debater, dançar, cantarolar, se divertir,
Companheira das noites ou do dia-a-dia,
Ela sabe ouvir, sabe falar e fala, fala pelos cotovelos,
Pois ela sabe que ouço.
Ela é moralmente correta, mas curiosamente pervertida quando a sós,
Ela sabe ser doce e sexy, toma partido das coisas e sabe esperar,
E só espera quando é prometido, antes disso, ela vive.
Não se desespera, não escandaliza quando não vai de encontro com o que queria,
Sorri, olha pra frente e toca o barco.
Ela que é tão delicada, charmosa e misteriosa,
Também tem seus momentos de fragilidade quando toma a cerveja,
Logo, seus momentos mais brutos quando ajeita sua maquiagem,
Ela é o inverso do padrão atitudinal, mas acredita no íntimo, que vaidade não faz mal,
Se cuida, zela, até reza, mas não rezar por 10 anos é o mesmo que rezar todas as noites.
Ela é linear, paralela do imaginário, ela é real e essa realidade virá de encontro,
Ela não é perfeita e ELA não é o que está acima descrito,
Com ela, apenas não existe tempo ruim.
Me sorri com a alma e me finta com os olhos,
Ela é crítica, sensata e defende seus pontos de vista,
Ela é forte, inteligente e também muito querida,
Por mim e com certeza por outros.
Gosta de olhar pro céu, se embriagar de conversa,
Ler, estudar, debater, dançar, cantarolar, se divertir,
Companheira das noites ou do dia-a-dia,
Ela sabe ouvir, sabe falar e fala, fala pelos cotovelos,
Pois ela sabe que ouço.
Ela é moralmente correta, mas curiosamente pervertida quando a sós,
Ela sabe ser doce e sexy, toma partido das coisas e sabe esperar,
E só espera quando é prometido, antes disso, ela vive.
Não se desespera, não escandaliza quando não vai de encontro com o que queria,
Sorri, olha pra frente e toca o barco.
Ela que é tão delicada, charmosa e misteriosa,
Também tem seus momentos de fragilidade quando toma a cerveja,
Logo, seus momentos mais brutos quando ajeita sua maquiagem,
Ela é o inverso do padrão atitudinal, mas acredita no íntimo, que vaidade não faz mal,
Se cuida, zela, até reza, mas não rezar por 10 anos é o mesmo que rezar todas as noites.
Ela é linear, paralela do imaginário, ela é real e essa realidade virá de encontro,
Ela não é perfeita e ELA não é o que está acima descrito,
Com ela, apenas não existe tempo ruim.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Persona
Pois bem!
Não gosto de futebol e não, eu não tenho um time no qual torço fanaticamente e por isso, não faço uso relevante deste advento na quinta-feira pela manhã.
Não, não ligo para paradigmas, padrões estéticos de beleza, embora ache que a maioria dos gordos são gordos por puro desleixo. Não sou antipático, sou até empático demais. Não faço cara de cachorro doente quando tenho problemas, não mostro meus problemas, não me vicio neste ciclo vicioso da malemolência remota e que enche o saco de meio mundo com lástimas.
Sim, gosto de artes, música, leitura e cozinhar! Gosto de uma boa música, violão, vinho e mulher. Não ligo para desordem, desde que seja aquela desordem organizada onde você sempre vai saber onde encontrar o que procura no meio da bagunça. Não sou a melhor pessoa para tratar sobre assuntos mundanos ou banais, ainda que quando eu entre em piloto automático eu caia nesse ladrilho de merda, tento sempre ser o mais consciente possível, coerente, honesto, verdadeiro e sincero, detesto dispender tempo com assuntos idiotas, pessoas idiotas, talvez, minha mudança radical para com o mundo, mas ainda humilde o suficiente para compreender os dilemas alheios, problemas alheios, pensamentos alheios, afinal cada qual no seu tempo e cada qual em seu mundo.
Não menosprezo pessoas "burras", burrice na verdade não deveria nem ser algum parâmetro, o termo burrice só surge quando a outra pessoa não entende da mesma forma que você... Qual o problema nisto?
Não enxergo o mundo mais de forma colorida, às vezes me pego praguejando sobre alguma coisa que me incomoda de verdade e isso soa até um tanto ranzinza, mas sem nenhum traço de rancor, realmente por efeito de momento, me pego agindo assim e rio de mim.
Não tenho medo do ridículo ou de qualquer efeito que isso possa causar nas pessoas à minha volta "aí estou com vergonha por você" ... Acredite, você sente isso porque nunca sentiu a energia e adrenalina do que é se aventurar com alguma loucura.
Não ligo de conversar, não ligo de ouvir, mas por favor, tenha bom senso, conversar e ser ouvinte 100% do dia é cansativo.
Não tenho problemas físicos ou mentais, não tenho problemas de ordem moral, ética ou intelectual, não ajo como se não soubesse, posso não saber, mas nada é tão gostoso quanto se arriscar no desconhecido e descobrir uma saída para aquela situação.
Não penso antes de falar muitas vezes, mas muitas vezes que falo é porque realmente pensei, se eu não dizer, talvez seja o melhor a se fazer.
Não sou inibido, vergonhoso ou tímido, foi-se o tempo.
Não sou convencido, arrogante, ou, falta-me modéstia, mas, sei de minhas capacidades e ser CAPAZ, não é pra qualquer um.
Sei de minhas virtudes e sei de muita coisa que tenho que melhorar, sei de minha ansiedade e sei de minha inexatidão para afirmar algumas situações, mas ainda assim, vou levando.
Sei de minhas falhas e me penalizo para cada uma delas, sei das minhas omissões na contribuição para um mundo melhor quando estou demasiadamente cansado, mas sei agir quando a injustiça salta-me aos olhos.
Sei que o mundo não é perfeito, sei que as pessoas não são perfeitas, mas para algumas coisas, a minha tolerância chegou ao fim.
Não engulo mais a seco a pedra que me incomoda, regurgito as palavras que me cabem na boca, de forma destilada e enunciada como o proposto, o proposto meu amigo, só vou saber de acordo com meu estado de espírito.
Uma coisa que já sei e é a tendência do momento, a vida passa rápido.
Faça o que te faz bem, faça o que te der na telha sem pisar no calo de ninguém, se é o seu próprio calo, que se foda! Faça e não se arrependa!

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